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A crise econômica no Brasil continua em 2016

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21 jul A crise econômica no Brasil continua em 2016

A crise econômica no Brasil continua em 2016, apesar das boas notícias.

A inflação e a queda real da renda somada ao desemprego generalizado estão forçando a inadimplência da família brasileira, diz Luiz Barros – Fundador da Kitar Imóveis, empresa especializada no segmento de Financiamento de Imóveis.

O mercado vem antecipando um arrefecimento da crise. A mídia em geral vem apresentando a notícia de melhorias pontuais dos índices. A exemplo do jornal o Estado de São Paulo, na matéria publicada em 14/07/2016, conforme a visão de Flávio Calife, economista da Boa Vista SCPC: “ pela primeira vez em dois anos o número de inadimplentes diminuiu entre os meses de abril e maio, sinalizando que existiriam cerca 1,3 milhões de inadimplentes a menos em comparação aos meses mencionados”.

Inadimplência em 2016

Entendemos que a crise está apenas perdendo sua inércia, mas ainda é um monstro devorando as reservas financeiras de todos os brasileiros. O motivo da menor inadimplência é majoritariamente percebido por nós, por estarem sendo feitos menos negócios, e não por estarem realizando mais acordos, as pessoas estariam exauridas, consumindo menos.

Menor juros dos bancos em 2016?

Sentimos através de todos os nossos Bancos parceiros a vontade de baixar os juros com uma maior liberação de recursos (Empréstimos). Estamos todos aguardando a consolidação do quadro político para impulsionar o aquecimento do mercado.

Segundo matéria publicada no site do jornal Folha de São Paulo em 16/07/2016 – “O Índice de desemprego já atingiu 11,2%, no trimestre encerrado em maio desde ano”. A taxa de desemprego em si é um depressor do mercado, por inviabilizar o crédito, contribuindo com recessão econômica.

Conforme matéria no site FecomércioSP publicada em 20/07/2016: “o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou 98 pontos em junho, já em julho registrou 97,7 pontos, tendo uma queda de 0,4% em relação aos meses citados”, acreditamos que a diferença poderia ser qualificada como uma margem de erro, demonstrando uma possível estabilidade do humor do mercado.

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